domingo, 14 de abril de 2013

O MUNDO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO



     Possibilitarmos aos nossos educandos a interação com o mundo da tecnologia da informação agrega valor, pois aproxima a sala de aula do que é real hoje, trazendo mais significado ao que é construído.
 
 
 
 
 
 
 
 

LITERATURA: UM CAMINHO PARA A ALFABETIZAÇÃO


     "Os segundos anos A e B trabalharam com a linda  história de Ruth Rocha " Bom-dia todas as cores" e ficaram impressionados com a quantidade de vezes que o Camaleão, personagem principal, mudou de cor na história só para agradar os amigos. Com isso refletiram sobre a importância de gostar de si mesmo, defendendo suas preferências e opiniões, não se deixando levar pelos gostos e conselhos dos outros. Mostraram entusiasmo com a música " O camaleão", do Grupo Palavra Cantada, que ajudou na compreensão da história trabalhada. Foi muito legal! "
                                                                Professoras Joédna e Siloí
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO


  
 "  O Programa Mais Educação, criado pela Portaria Interministerial nº 17/2007, aumenta a oferta educativa nas escolas públicas por meio de atividades optativas que foram agrupadas em macrocampos como acompanhamento pedagógico, meio ambiente, esporte e lazer, direitos humanos, cultura e artes, cultura digital, prevenção e promoção da saúde, educomunicação, educação científica e educação econômica. "    Fonte: Portal do Ministério da Educação
 
     Em nossa escola iniciamos este programa com oficinas de dança, ginástica rítmica, canto coral e matemática. Estas atividades estimulam as habilidades artística e lógica em nossos educandos.
 
 
 
 
 

 

SALA DE RECURSOS AEE



     Em nossa escola também contamos com uma sala para atendimento especializado (AEE) para os educandos matriculados em classes comuns do ensino regular e que necessitam de suporte para que consigam aumentar sua participação e aprendizagem.
 
 

XADREZ NA ESCOLA


     O exercício do xadrez na escola é algo que vem  somar e multiplicar possibilidades. É oportunizado a quem participa de tal atividade o encontro com o estímulo   ao respeito, a tolerância e ao pensar de forma lógica. A professora Denise e o Sr. Evanir retomaram o voluntariado desta prática junto aos educandos, motivo de grande alegria.
 

domingo, 7 de abril de 2013

A INQUIETUDE

 

    Sabemos que estamos em tempos de que o diferente nos é apresentado continuamente. Novos modelos em todas as ordens: alimentação, vestuário, música, famílias. Como trabalhamos com gente e é gente que constroi o diferente, do que estamos acostumados, temos que estudar para que nosso trabalho continue dando  os resultados que esperamos. Podemos citar:

"Atitudes face à crise atual, por Leonardo Boff*

Ninguém, face à crise, pode ficar indiferente. Urge uma decisão e encontrar uma saída libertadora. É aqui que se encontram várias atitudes para ver qual delas é a mais adequada a fim de evitarmos enganos:

A primeira é a dos catastrofistas: a fuga para o fundo. Estes enfatizam o lado de caos que toda crise encerra. Veem a crise como catástrofe, decomposição e fim da ordem vigente. Só aceitam certos ajustes e mudanças dentro da mesma estrutura. Mas o fazem com tantos senões que desfibram qualquer irrupção inovadora.

A segunda atitude é a dos conservadores: a fuga para trás. Estes se orientam pelo passado, olhando pelo retrovisor. Ao invés de explorar as forças positivas contidas na crise atual, fogem para o passado e buscam nas velhas fórmulas soluções para os problemas novos. Por isso são arcaizantes e ineficazes.

A terceira atitude é a dos utopistas: fuga para a frente. Estes pensam resolver a situação de crise fugindo para o futuro. Eles se situam dentro do mesmo horizonte que os conservadores, apenas numa direção contrária.

Uma quarta atitude é a dos escapistas: fogem para dentro. Estes dão-se conta do obscurecimento do horizonte e do conjunto das convicções funda­mentais. Mas fazem ouvidos moucos ao alarme ecológico e aos gritos dos oprimidos. Evitam o confronto, preferem não saber, não ouvir, não ler e não se questionar. Preferem a solidão do indivíduo, mas geralmente plugado na internet e nas redes sociais.

Por fim, há uma quinta atitude: a dos responsáveis: enfrentam o aqui e o agora. São aqueles que elaboram uma resposta; por isso os chamo de responsáveis. Não temem, nem fogem, nem se omitem, mas assumem o risco de abrir caminhos. Buscam fortalecer as forças positivas contidas na crise e formulam respostas para os problemas. Os responsáveis não se perdem em polêmicas estéreis. Mas trabalham na realização de um modelo que corresponda às necessidades do tempo, aberto à crítica e à autocrítica, dispostos a aprender.

O que mais se exige hoje são políticos, líderes, grupos, pessoas que se sintam responsáveis e forcem a passagem do velho ao novo tempo.

*teólogo, professor e membro da Comissão da Carta da Terra"  Fonte: A NOTÍCIA - edição online
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
                                                        

Convivência Consciente e Participativa


      A prática de refletir sobre a prática é indispensável para uma convivência consciente e participativa que promova a paz e construa uma sociedade mais democrática e cidadã. Nesta última semana a Orientadora Educacional desenvolveu atividades relacionadas ao tema com os educandos do sexto ano.